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Orientação Vocacional

Método: A Orientação Vocacional é um processo clínico focal, onde a escolha profissional é o tema das consultas. Ela tem começo, meio e fim preestabelecidos. São utilizados testes psicológicos junto com entrevistas clínicas.
Em consultório, ela é individual e dura em torno de 10 a 12 consultas. A primeira e a última consultas contarão com a presença de um adulto ou responsável.
Primeiro é avaliada a expectativa pela procura do processo de Orientação Vocacional. Após as consultas clínicas e aplicação de testes, os resultados são sintetizados num Laudo Psicológico e é feita a última consulta de devolutiva com o adolescente e pelo menos um dos seus pais ou responsáveis.
Durante o processo, são investigados clinicamente o contexto do paciente, personalidade, habilidades, pontos fracos e fortes nos estudos, justamente para orientar melhor o que está envolvido na escolha profissional: investigar vocação é uma coisa e aprender escolher é outra. A Orientação Vocacional une as duas necessidades numa fase delicada e complexa que é a adolescência.

Indicação: É indicada, preferencialmente, para estudantes do Ensino Médio a partir do segundo ano, quando o paciente/aluno já está mais adaptado a rotina do 2º grau. Mas, pode acontecer antes se já começou a dar indicativos sobre a escolha profissional (perguntas, interesses e vontade de começar logo a pensar no futuro profissional). Caso ela seja feita somente no 3º ano, recomeda-se que isto ocorra no primeiro semestre. Também é comum a busca após a reprovação no vestibular, porque faz repensar a escolha e focar mais no que realmente motiva e pelo que vale a pena estudar. Pelo tempo de durabilidade do processo, é importante um planejamento prévio para estar pelos menos envolvido durante dois meses e meio, quando é realizada uma consulta semanal. Nos casos em que o paciente tem a disponibilidade de realizar duas consultas semanais, o processo se finda em um pouco mais de um mês. Cada consulta varia entre 50 min a 1h30, dependendo da bateria de testes e método clínico.

Recomendações: Muitos jovens precisam escolher o que vão seguir estudando (ao que vão se dedicar num futuro profissional), porque estão terminando o Ensino Médio. Porém, sabemos que nem sempre coincide o amadurecimento de um interesse profissional, com o término de uma etapa de estudo. Assim, a informação sobre a realidade profissional tem um valor enorme, porque situa o jovem entre o que ele pensa ser uma profissão, o que busca e o que realmente é uma profissão. O jovem precisa conhecer seus interesses, habilidades e a diferença entre e a competência (preparo) e realização profissional futura. Durante o processo da Orientação pode ser útil o contato com profissionais e locais das áreas de interesses, bem como visitas às feiras das Universidades sobre os cursos.
Outro ponto a ser considerado é a prova de vestibular, que é um processo seletivo e classificatório. A dedicação e disciplina nos estudos, também precisam ser investidas.
No geral, as pessoas já tem alguma ideia do que gostam, ou não. Às vezes, tem interesses completamente diversos. Outras vezes, definem área (artes, saúde, exatas, humanas, tecnológicas, etc), mas não um curso que inclua suas habilidades. O que costuma motivar o jovem ou seus pais à procura deste atendimento especializado é sempre a busca de um esclarecimento para uma escolha melhor, uma escolha mais consciente.
O essencial é considerar que a escolha profissional é uma das primeiras escolhas que abre as portas da vida adulta. É aquilo que concretamente vamos fazer por nós próprios e assumir bônus e ônus, por isso ela é tão especial. O candidato precisa querer conhecer sobre o que almeja. A Orientação Vocacional é um processo ativo de conhecimento e escolhas.